Propostas ignoradas e ausência de rumo para Almada por parte de Inês de Medeiros motivam chumbo do Orçamento de 2025

Depois de sete anos a sustentar a governação do PS no concelho de Almada, o PSD tomou uma posição firme e coerente: votámos contra o Orçamento Municipal para 2024.
Porque é que tomámos esta decisão?
Desde 2017 que temos cedido em prol da estabilidade, mas sobretudo das pessoas. No entanto, chegamos a 2024 e temos, uma vez mais, um orçamento que não apenas ignora as nossas propostas, como é pouco ambicioso. Alcatroar estradas não pode ser considerada a obra do mandato. Almada é uma cidade que precisa de estratégia e não nos podemos contentar com menos do que os almadenses merecem.
Quais são os problemas deste Orçamento?

Excesso de impostos
Almada tem atualmente um excesso de peso da receita de IMI na receita total corrente (21,32%), muito acima da média nacional (12,75%). É o maior concelho nesta métrica entre os 15 mais populosos do país, sinal de que as famílias e as empresas almadenses continuam a ser sobrecarregadas com impostos elevados, sem verem a qualidade de vida melhorada significativamente. É um ataque à propriedade privada.

Falta de investimento estrutural
Propostas essenciais, como a criação de fogos habitacionais para jovens e a ampliação de escolas, continuam por concretizar. O investimento em obras públicas nas áreas de educação e habitação é uma forma eficaz de combate à desigualdade e exclusão social.

Gestão ineficiente
38% da despesa total da Câmara é com o pessoal, um peso muito superior à média nacional e que nos pode levar a entrar em défice dentro de 3 anos. Mas Almada não está a gastar demais com os trabalhadores! Está é a investir de menos no resto porque não cumpre a sua verdadeira função: fazer obra.
Apresentámos propostas, mas foram ignoradas
Temos vários exemplos de propostas que foram exigidas pelo PSD, tanto na Câmara Municipal como na Assembleia Municipal, mas que não foram executadas por opção política do PS. Mesmo quando as propostas da vereação do PSD foram aceites, foi preciso uma postura de grande obstinação e resistência para as fazer avançar. O PS parece preferir o confronto ao diálogo. E o diálogo é a dinâmica normal entre duas partes que deveriam partilhar o mesmo interesse de estabilidade.

Mercados Municipais
Propusemos a remodelação profunda dos mercados municipais, para os transformar em áreas multifuncionais, que atraiam os almadenses. Nunca o PS nos deixou concretizar esta ideia e, ao fim de sete anos, já não acreditamos que isso vá acontecer.

Postos de turismo virtuais
A vereação do PSD quis implementar, desde o primeiro dia, postos de turismo inovadores virtuais e sinalética turística com realidade aumentada. Rapidamente o projeto foi desenhado pelos serviços municipais, mas foi constantemente deixado para trás por opção política do PS. Também neste caso, ao fim de sete anos, perdemos a confiança na palavra dos socialistas.

Julgados de Paz
Na Assembleia Municipal, o PSD fez aprovar a criação dos Julgados de Paz, tribunais extrajudiciais capazes de apreciar e decidir, de forma rápida e a custos reduzidos, ações cíveis mais simples. Este projeto que nunca se concretizou, com justificação a da CMA de que não tinha sido prioritário face a outros projetos a decorrer, mas nem as suas prioridades, o PS consegue concluir.
Somos responsáveis e tentámos o diálogo
O chumbo do orçamento não é uma decisão de oposição ou taticismo partidário. É até mais uma decisão do próprio PS, que ignorou as nossas propostas, que desvalorizou os interesses dos almadenses e que o fez sem ter um rumo alternativo.
O PSD sempre quis mais e sempre apresentou alternativas. Enviámos uma proposta de alterações ao Orçamento, no prazo combinado com a própria Presidente. Nesse mesmo dia, o seu Gabnete enviou a documentação fechada, para ser votada na Reunião de Câmara seguinte. Prova de que a intenção de negociar era, na verdade, nula.
Unidos rumo ao futuro


Este é o momento de reforçarmos a nossa unidade e a nossa determinação. O PSD Almada está mais forte do que nunca, apresentando-se como um partido de ideias e soluções, que viabiliza a governação com responsabilidade, mas não se submete a políticas que não refletem o interesse de todos.
O chumbo do Orçamento não é o fim de um processo, mas o início de uma caminhada rumo a um futuro de liderança, confiança e resultados concretos para os almadenses.

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