Mensagem do Presidente da Comissão Política do PSD Almada

Caros companheiros,

Quando é convocado um Congresso Nacional do Partido, a comissão política do PSD Almada que estiver em funções apresenta sempre uma lista para delegados. A tradição é haver uma candidatura única ao Congresso, sobretudo quando o líder nacional é Primeiro-ministro.

Quem me conhece sabe que sempre cultivei a união dentro da nossa concelhia e nunca promovi listas alternativas ao Congresso. Mesmo quando discordava das comissões políticas de secção. E foram muitas as vezes em que discordei.

Perante a data do Congresso, eu quis honrar esse bom princípio que sempre houve em Almada, sabendo que todos apoiamos Luís Montenegro e que se aproximam as eleições para os órgãos desta concelhia (28 de setembro). Entendi, por isso, que a lista de delegados ao Congresso que eu tinha de apresentar enquanto presidente desta concelhia deveria incluir pessoas das duas candidaturas já anunciadas ao PSD Almada.

Infelizmente, a minha proposta de lista conjunta para delegados ao Congresso foi rejeitada pela outra candidatura. Em vez de união, preferiram anunciar na quarta-feira uma candidatura própria ao Congresso.

Diante desta situação, quero deixar claro que não vou contribuir para dividir a nossa secção. Em 2022 vim para unir, acalmar tensões, trazer ideias e renovar protagonistas (alguns estão tão agarrados aos cargos que se julgam donos da concelhia).

Assim, enquanto presidente da comissão política, decidi não apresentar lista ao Congresso.

Estou de consciência tranquila de que não fui eu a quebrar um princípio que sempre defendi: a união em torno das listas ao Congresso.

Agi de boa fé, para não criar desunião. Quem violou esse princípio que responda perante a sua consciência.

Viva o PSD e viva Almada.

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